sexta-feira, 1 de julho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
O meu amor faz de mim estúpida os olhos de todos - às vezes aos meus olhos também.
O meu amor vive de nada que o alimente e revolta-se disso, mas não desaparece.
O meu amor acredita quando eu já perdi toda e qualquer fé.
O meu amor escraviza-me à dor.
O meu amor eleva-me.
O meu amor não aceita morrer e eu morro, devagar, a cada suspiro de saudade e esperança que teimosamente lhe escapa na hora sacrimoniosa da noite.
O meu amor vive de nada que o alimente e revolta-se disso, mas não desaparece.
O meu amor acredita quando eu já perdi toda e qualquer fé.
O meu amor escraviza-me à dor.
O meu amor eleva-me.
O meu amor não aceita morrer e eu morro, devagar, a cada suspiro de saudade e esperança que teimosamente lhe escapa na hora sacrimoniosa da noite.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Sinto-me espectadora do meu próprio filme. O mais estúpido é que as cenas são previsíveis. Qualquer coisa semelhante à imagem do casal que vai no carro a trocar olhares lânguidos, em camera lenta, e são albarroados por um jipe ou um camião, dependendo do drama que se quer dar à cena.
No meu filme a troca dá-se entre o reconhecimento de um enredo que já é habitual.
E eu já sei que o camião está a chegar.
No meu filme a troca dá-se entre o reconhecimento de um enredo que já é habitual.
E eu já sei que o camião está a chegar.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Dói-me sobretudo o incessar do pensar, constantemente, sem sossego.
A ausência do sono e da alegria que traz a paz de se estar em harmonia com o que nos constitui. Anseio tão longamente por desligar a matéria cinzenta e estar apenas no minuto presente, vazia. E não encontro a alquimia que me acalme, que me distraia de mim mesma.
A ausência do sono e da alegria que traz a paz de se estar em harmonia com o que nos constitui. Anseio tão longamente por desligar a matéria cinzenta e estar apenas no minuto presente, vazia. E não encontro a alquimia que me acalme, que me distraia de mim mesma.
domingo, 15 de maio de 2011
Quase um quarto de século e não aprendi a viver. A descartar. A entender que se entregue tudo a alguém e se recolha a seguir, dar a outra e seguir sempre assim.
A não dar nada a ninguém, como alternativa.
Sinto-me uma alma velha e desactualizada. Um anacronismo.
Olho com cinismo para declarações de amor eterno, mas não sei viver com um amor que acaba de um dia para o outro. Não consigo viver com a aquisição e substituição, como se fosse possível dar sempre, o amor, a pessoas que vão alternando como estações.
A não dar nada a ninguém, como alternativa.
Sinto-me uma alma velha e desactualizada. Um anacronismo.
Olho com cinismo para declarações de amor eterno, mas não sei viver com um amor que acaba de um dia para o outro. Não consigo viver com a aquisição e substituição, como se fosse possível dar sempre, o amor, a pessoas que vão alternando como estações.
terça-feira, 10 de maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
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